Meu Testemunho Pessoal

Meu Testemunho Pessoal

 

Meu nome é Adna, sou adventista de berço, mas apesar disso, me converti aos dezesseis anos de idade em um momento muito difícil da minha vida, quando a minha mãe faleceu.

Até aquele momento, eu freqüentava a igreja apenas por costume e não me sentia parte da família adventista, eu tinha dúvidas em relação a alguma doutrinas básicas da nossa igreja. Na infância eu tive contato com alguns colegas de sala de aula, que pertenciam a outras religiões e eles sempre zombavam de minha fé. Quando eu estava na 5ª série um grupo de evangélicos trouxe a Bíblia pra sala de aula e me apresentaram alguns textos que eram bem desconhecidos pra mim, pelo simples fato de que eu não tinha o hábito de estudar a Bíblia. Sempre que eu a pegava para ler, eu sentia um sono profundo, parecia que tinha terra nos meus olhos e logo eu adormecia. Eu não conhecia um modo de estudo sistemático da Bíblia, que é o estudo por assunto, e eu achava desanimador ler a palavra de Deus da maneira como ela estava escrita.

Com treze anos fui para um internato adventista, onde aprendi a ter um pouco mais de responsabilidade, no final de 1991, aos dezesseis anos eu era uma adolescente rebelde, cheia de dúvidas e sem a menor vontade de resolve-las.

Então numa sexta-feira, eu estava em minha casa e minha mãe chegou de viagem mais uma vez (ela viajava toda semana, fazia parte do trabalho dela). Ela nos informou que iria passar o sábado na casa do meu irmão mais velho, e que este meu irmão iria levá-la na garupa da bicicleta, nos despedimos e…

Mais ou menos duas horas depois que ela tinha saído, um rapaz da igreja que trabalhava como taxista chegou à nossa casa e nos falou que a nossa mãe estava no hospital desmaiada pois tinha caído da bicicleta e que deveríamos ir bem rápido até lá.

Entramos no carro e fomos, ao chegar lá, vi a minha mãe deitada em uma maca e um grupo de enfermeiras cuidava dela, estavam trocando a roupa dela e limpando os ferimentos. Tentei falar com a minha mãe, mas ela não respondia.

O médico chegou e me mandou esperar do lado de fora da sala.

Depois de algum tempo me chamaram, perguntei se ela podia me ouvir. Ele nos chamou em uma sala e disse que apesar dela estar aparentemente desmaiada, o caso dela era grave, tinha uma clavícula fraturada e parecia haver hemorragia interna, seu ouvido e nariz estavam sangrando, e tudo indicava que tinha traumatismo craniano.

Eu fiquei ali sentada por algum tempo, entrei de volta no quarto em que ela estava, eu não podia acreditar que minha mãe estava morrendo.

Tentei falar com ela, tentei lembrar quanto tempo fazia que eu tinha dito pra ela que ela era especial ou que eu gostava muito dela, não consegui me lembrar.

Saí do hospital chorando e fui chorando até chegar em casa, entrei no meu quarto e acho que esta era a segunda vez que eu falava com Deus de forma franca e desesperada. A primeira vez foi quando meu pai faleceu 7 anos antes, quando eu tinha 9 anos de idade. Naquela ocasião eu pedia que Deus ressuscitasse meu pai. Eu tinha ouvido a professora da escola sabatina dizer que tudo que pedimos com fé Deus concede e eu tinha fé, eu tinha certeza que se Deus somente desejasse, meu pai voltaria à vida! Mas isto não aconteceu!

Agora estava eu outra vez diante de Deus desesperada pedindo que ele não permitisse que minha mãe morresse!

Na sexta-feira à noite voltei para o hospital e fiquei lá a noite inteira esperando uma melhora, um sinal de que ela retornaria à consciência. Entrei no quarto e fiquei falando perto do ouvido dela na esperança de que ela me ouvisse. Fiz um pedido a Deus, que se fosse pra minha mãe morrer, que pelo menos ela tivesse alguns momentos de consciência!

Passei o sábado inteiro no hospital e nenhuma melhora no quadro, ela começou a ficar com o rosto inchado, um lado do pescoço roxo por causa da fratura, e precisaram colocar sonda no nariz e na boca pra retirar o sangue que retornava, por causa da hemorragia.

À tarde alguns jovens da igreja vieram nos visitar. Muitos deles saíram e sentaram-se nos bancos em frente do hospital, eu olhava pra eles de longe enquanto eles riam e conversavam assuntos triviais. Parecia que eu estava completamente só.

Fui para casa no começo da noite, estava exausta! Então orei da seguinte forma: Senhor se for pra minha mãe ficar moribunda em uma cama ou mesmo em uma cadeira de rodas pelo resto da vida, então lhe tire a vida, pois o Senhor sabe que este era o desejo dela, mas se ela tem alguma chance, permita que ela amanheça este dia com vida!

Naquela madrugada acordei com fortes batidas na porta. Meu tio chamou. Eu já sabia; ela estava morta!

Fui pro meu quarto e orei mais uma vez. Senhor obrigada por responder a minha oração, apesar de não ser da maneira que eu queria!

Então, eu precisava tomar algumas decisões em relação à minha vida espiritual, até ali eu cantei na igreja, eu participei de Cultos Jovens e da maioria das reuniões da igreja, mas eu tinha vergonha de Jesus, tinha vergonha de andar com a Bíblia na rua, eu não falava, não me vestia e nem me comportava como uma pessoa cristã.

  Mas agora eu não teria mais a minha mãe pra “pegar no pé” pra me fazer ler a lição da escola sabatina que ela sempre comprava ou pra ler a Bíblia, ou pra me preparar melhor para o dia de sábado.

Eu tinha dúvidas sobre estar ou não no caminho certo, será mesmo que tá todo mundo errado e só nós estamos certos?

Eu precisei ler a Bíblia inteira e descobrir se em algum lugar Deus tinha ordenado ou incentivado a guarda do domingo, então eu saberia que nós estávamos errados e os demais estavam certos.

Fui para a chácara do meu irmão e passei quase três meses lá. Neste período li a Bíblia de capa a capa.

Por um lado decepcionada, por outro lado aliviada, eu percebi que não tinha como o domingo ser o verdadeiro dia do Senhor, como muitas vezes eu tinha ouvido dos meus colegas evangélicos.

À partir daí decidi me entregar completamente nas mãos de Deus. E espero nunca mais duvidar e nunca mais o abandonar, pois eu estava longe dele apesar de estar dentro da igreja.

  Eu não tenho nenhuma formação musical, sempre gostei de música. Aprendi a “tocar” violão de ouvido. Sempre participei dos corais de minha igrejinha do interior e tinha facilidade de ouvir o contralto nos hinos.

 Minha mãe era uma apreciadora de música sacra. Ela sempre comprava os discos e as fitas da Zilda, dos Mensageiros do Rei, dos Arautos do Rei e talvez algum outro que não me recordo no momento.

Infelizmente este não foi o único gosto que se desenvolveu em mim. Durante o período em que eu estava com um pé dentro e outro fora da igreja, aprendi a gostar de música rock em todas as suas formas, paralamas do sucesso, RPM, Madonna, Michel Jackson, Tina, Elvis, Beatles, Roberto Carlos, etc., etc..

Voltei para a igreja, mas trouxe meus gostos e muitos maus hábitos comigo.

Depois que minha mãe faleceu, fui morar com minha irmã que já era casada, lá eu formei um conjunto feminino. Éramos 8 moças que cantavam em uníssono ou em duas vozes.

Colocamos o nome do nosso conjunto “Louvores ao Rei”, escolhemos um hino para que fosse o hino oficial do grupo, o hino era:

Por Belezas Naturais

Pelo azul do claro céu

Por encantos imortais

Ó Senhor ao trono Teu

Ó Senhor ao trono Teu

Se erguerá, também Senhor,

Nossa voz em Teu louvor!(…)

 

Um irmão muito querido, que era ancião da igreja da qual passei a fazer parte, irmão Silvio (agora já falecido), tinha me falado sobre a possibilidade de não usarmos músicas com bateria em nossas apresentações.

Eu não entendia o porquê da “implicância” do irmão Silvio com a bateria, eu me lembrei que eu tinha lido alguns textos na Bíblia que dizia que Miriã dançou com as mulheres israelitas em louvor a Jeová e Ele tinha aceitado!

Lembrei também de ter lido um salmo em que o salmista nos “aconselhava” a louvar ao Senhor com tambores, adufes, saltérios, com danças, ora se Deus aceitou, porque não posso usar?

Mesmo assim, quase não usávamos play-backs, na maioria das vezes, cantávamos ao som do violão ou da guitarra, que aprendi a manejar. (mais ou menos bem).

Quando cantávamos, com play-back, não fazíamos distinção entre uma música e outra, se era de algum cantor da igreja, com certeza era apropriada para louvar a Deus.

Certa vez, o irmão Silvio me deu uma apostila com algumas orientações sobre a música , sua influência, seu poder, falava um pouco sobre a música rock e sobre a sua influência sobre os seres humanos. Fiquei tão empolgada com tudo aquilo e fiz um culto jovem com as meninas, no final da programação cantamos uma música de uma cantora de nossa igreja, uma música bem atual, cheia de batucadas e arranjos incríveis, alegres e convidativos para uma “adoração espontânea”, bem na linguagem do jovem.

O irmão Silvio me procurou no final do culto jovem e perguntou-me se eu realmente tinha lido a apostila, se eu tinha entendido o que eu li, se eu tinha idéia de que aquela música que cantamos era exatamente o tipo de música que falava na apostila ser imprópria para a adoração.

Fiquei intrigada com aquelas palavras do irmão Silvio que era o ancião responsável pela música em nossa igreja. Lembrei então da história de Miriã, de Davi, que cantaram ao som de tambores e dançaram na presença de Jeová, relembrei o salmo que li certa vez e que convidava–nos a Louvar ao Senhor com adufes e danças, eu não sabia que instrumentos eram aqueles mencionados nos salmos 150, mas eu sabia que não se tratava apenas de instrumentos de corda, de sopro etc.. Arrazoei comigo mesma, este negócio de bateria, instrumentos musicais, não tem nada a ver, Deus aceitou o louvor com todo tipo de instrumento no passado e com certeza aceitará hoje!

Continuei arrazoando comigo mesma por vários anos.

No ano de 2000, assumi a direção de música em minha igreja na cidade de Tucumã no Pará, e como diretora de música me senti na responsabilidade de me informar melhor sobre o que Deus esperava de mim neste ministério.

Antes, Deus já havia manifestado Sua vontade (pelo menos em partes) para mim de várias formas, no que diz respeito à música, mas eu não tirei tempo para estudar sobre o assunto, nem para me aprofundar, ou mesmo julguei importante estudar sobre isto (achava que eu já sabia tudo que precisava sobre o assunto).

Então, agora diretora de música e com uma cabeça mais madura, mãe de duas crianças, refleti melhor sobre o que estava sob a minha responsabilidade.

No final de 1999, o avô do meu esposo ganhou um livreto em um passeio  que ele fez ao Rio Grande do Sul naquele final de ano e que tratava da questão da música (ele também era um apreciador de música, tocava violino e quando jovem dirigia um grupo musical na igreja dele lá no sul). Eu devorei o livro em duas semanas [ tenho o hábito da leitura]. Então um dos anciãos colocou meu nome na escala para pregar em um sábado pela manhã. Eu tinha algumas anotações e algumas novas idéias sobre algumas questões relacionadas à música.

Preguei no sábado marcado, e foi justamente sobre o assunto da música!  E apresentei à igreja os textos de 2 Crônicas 29:25. 25 e o estudo bíblico sobre música exposto neste espaço. (clique aqui para ver o estudo)

Na saída eu recebi os cumprimentos de alguns e as reclamações de outros.

Uma amiga (cunhada de minha irmã) me falou o seguinte: __Se tudo que você pregou é verdade, não canto mais! (Esta moça está fora da igreja atualmente e infelizmente)

Não, __lhe respondi: __ Estude por você mesma, e se concordar que é verdade, mude! Caso contrário continue como está!

Eu estava acostumada naquela igreja, tínhamos ali uns 200 membros. Era uma igreja média, com muita gente simples e sem muitos pastores e poucos doutores.

Mais ou menos dois meses depois daquele primeiro sermão sobre a música, viemos morar em S.Paulo, aqui eu tive a oportunidade de fazer um curso do SALT na cidade de Limeira e aprendi ali algumas regras de interpretação bíblica com nossos professores que são pastores com doutorado em algumas áreas específicas.

Depois destas aulas pude me aprofundar melhor nos estudos que estava fazendo sobre o assunto [música].

Continuo trabalhando em minha igreja em várias áreas e também na área da música para que possamos ter uma melhoria constante na qualidade da mesma em nossa igreja.

Através da publicação do material que tenho organizado, e estudado para esclarecer minhas próprias indagações, espero estar contribuindo com as pessoas que estão buscando sinceramente servir ao Senhor através do MINISTÈRIO DA MÙSICA.

Continuação do testemunho: (junho de 2009):

Enquanto estava em Engenheiro Coelho atuei dois anos seguidos como diretora de música naquela cidade!

Trouxe vários palestrantes para a minha igreja pra falar sobre a música ali.

Professor Jetro de Oliveira com seu grupo “Oficina Vocallis” (Doutor em Regência), professor no UNASP; o pastor Gerson Pires: Filósofo e Teólogo, professor de Filosofia e de Religião no Unasp, que tem uma posição (que considero) bem centrada em relação à música. (Veja artigo dele: Fogo Estranho Diante do Altar) Além destes palestrantes, tivemos a oportunidade de ouvir o Pr. Vanderley Dornelles, que tem alguns estudos interessantes em relação ao uso dos tambores na adoração.(Alguns artigos dele: Sagrado e Profano na Religião e no Carnaval; Liturgia Pentecostal Rompe Barreiras Entre o Religioso e o Popular; A Bateria à Luz da Antropologia e da Bíblia)

Atualmente estou morando em Tucumã, mas continuo quase sozinha na posição sobre a música!

Passei quase três anos sem internet e agora que voltei a ter acesso, fui dar uma olhada no site do Levi Tavares pra ver se tinha novidades!

Meu contato com Levi Tavares (com seu site : http://www.musicaeadoracao.com.br/) se deu por volta de 2005 quando eu já pregava e trabalhava em favor de uma melhoria na qualidade do louvor com música em minha igreja. Em certa ocasião quando eu já estava achando que tava mesmo ficando maluca pois a pressão era muito forte sobre mim por parte dos músicos da igreja! Quando eu achava que era a única que tinha “sobrado” com interpretações sobre o ministério levítico, e o sonho de um resgate à adoração sem tambores, encontrei o site do Levi e ali o livro do Pastor Samuelle Bacchiocchi: ((clique aqui pra baixar) e ali pude ler e confirmar ponto a ponto a interpretação bíblica evidente sobre o ministério levítico para a música e sua organização orientada diretamente por Deus. (Capítulo 7– Parte II- O Ministério da Música na Bíblia, pág. 201 a 209). Fiquei maravilhada com o material que li e ví que realmente Deus tinha um plano para minha vida, bem como para a Sua igreja, e no Seu plano para a música no templo os tambores e (consequentemente a bateria) não estavam inclusos!

Continuei a pregar em minha igreja local e depois de um ano de trabalho constante, levei a proposta à comissão da igreja de que não mais permitíssemos que se cantassem músicas com bateria na igreja.

Porém, na época um líder me disse durante a reunião que deveríamos ver qual o gosto da maioría pra ver que decisão tomar! A comissão tomou o voto de proibir o uso de bateria nos play-backs e durante aproximadamente dois anos foi assim que aconteceu!

Até que percebí que este não é o caminho ideal, as pessoas iam cantar sentindo raiva, insatisfeitas com as músicas que estavam cantando e provavelmente não era uma oferta dada de coração… no entanto, pecebí que eu não poderia continuar diretora de música, pois como tal eu não ficava com a consciência tranquila vendo fogo estranho sendo oferecido diante do altar! Mas eu também não podia ser a consciência de ninguém!

Hoje, depois de ouvir as palestras de Daniel Spencer (Link para baixar as palestras)sobre música vejo que Deus continua a chamar pessoas para esta obra de conscientização, mas vejo que o trigo e o joio continuarão crescendo juntos até a hora da colheita e a obra de remover o cisco de dentro da igreja, não é minha!

Como diz Ellen G. White, falando sobre o Evangelismo do canto no livro Evangelismo na pág. 512:

Cerimônia e Ostentação
A forma e a cerimônia não constituem o reino de Deus. As cerimônias tornam-se numerosas e extravagantes, quando se perdem os princípios vitais do reino de Deus. Mas não é forma e cerimônia o que Cristo requer. Ele almeja receber de Sua vinha frutos de santificação e altruísmo, atos de bondade, misericórdia e verdade.
Aparelhamento faustoso, ótimo canto e música instrumental na igreja não convidam o coro angélico a cantar também. À vista de Deus estas coisas são como os galhos da figueira infrutífera, que só mostrava folhas pretensiosas. Cristo espera fruto, princípios de bondade, simpatia e amor. Estes são os princípios do Céu, e quando se revelam na vida de seres humanos, podemos saber que Cristo, a esperança da glória, está formado em nós. Pode uma congregação ser a mais pobre da Terra, sem música nem ostentação exterior, mas se ela possuir esses princípios, os membros poderão cantar, pois a alegria de Cristo está
em sua alma, e esse canto podem eles dedicar como oferenda a Deus. Manuscrito 123, 1899.

 

Música Aceitável a Deus
As superfluidades que se introduziram no culto em ______, têm de ser vigorosamente evitadas. … A música só é aceitável a Deus quando o coração é consagrado, e enternecido e santificado por sua docilidade. Muitos, porém, que se deleitam na música não sabem coisa alguma sobre produzir melodia ao Senhor, em seu coração. Estes foram "após seus ídolos". Ezeq. 6:9. Carta 198, 1899.
Abuso da Música
Quando os professos cristãos alcançam a alta norma que é seu privilégio alcançar, a simplicidade de Cristo será mantida em todo o seu culto. As formas, cerimônias e realizações musicais não são a força da igreja. No entanto, estas coisas tomaram o lugar que deveria ser dado a Deus, tal como se deu no culto dos judeus.
O Senhor revelou-me que, se o coração está limpo e santificado, e os membros da igreja são participantes da natureza divina, sairá da igreja que crê a verdade um poder que produzirá melodia no coração. Os homens e as mulheres não confiarão então em sua música instrumental, mas no poder e graça de Deus, que proporcionará plenitude de alegria. Há uma obra a fazer: remover o cisco que se tem trazido para dentro da igreja. …
Esta mensagem não se dirige apenas à igreja de ______, mas a todas as igrejas que lhe seguiram o exemplo. Manuscrito 157, 1899.

  A minha parte é falar, pregar, palestrar, avisar a todos quanto eu puder (os que estão dentro da igreja) e não esquecer os que estão do lado de fora em erros “piores” como idolatria e desobediência direta aos mandamentos de Deus. Afinal, os convertidos precisam de pregação? Sim, pois Ellen White já afirmava que temos um grande campo missionário dentro da própria igreja, já que:

“Vi que não existe um entre vinte jovens que saiba o que seja a religião experimental. Servem-se a si mesmos, e todavia professam ser servos de Cristo; a menos, porém, que se quebre o encanto que os domina, hão de em breve compreender que a porção do transgressor é a parte que lhes cabe a eles. " Mensagens Escolhidas, Recreações e Divertimentos, Satisfeitos com a Religião, 384. (CD-R, Ellen White).

 

Em alguns pontos, já viví servindo a mim mesma, ouvindo e cantando apenas o que me agradava os sentidos. Quando comecei a orar e me posicionar de acordo com a manifestação da preferência de Deus para a música cantanda em Seu louvor, precisei da ajuda dEle pra vencer. Hoje, pela graça de Cristo, neste ponto sou vencedora! Mas ainda há muito que Deus fará em minha vida para me transformar! Não me considero superior a nenhum dos irmãos que ainda não tiveram esta compreensão e acredito que Deus conduzirá Sua Igreja até o final! O Seu povo que já faz parte da Sua Igreja e que são adoradores sinceros perceberão em Sua palavra, quais os textos que refletem a vontade DELE para a sua vida. Os que também são povo dEle e estão em locais que não lhe pertecem, também lhe ouvirão a voz!

Por: Adna Calson

http://spaces.msn.com/members/musicadventista

Entrar em Contato:

adnadvent@yahoo.com

Mais sobre mim:

http://members.msn.com/default.msnw?mem=current

 

Anúncios

Sobre Adna

Sou Cristã, pertencente à Adventista do Sétimo Dia, nascida nesta igreja, frenquentadora, ativa, dizimista... sou esposa, mãe e professora. Gosto de ler, estudar, pregar, partilhar do amor de Deus com as pessoas! Este espaço é para divulgar a minha fé em um Deus amoroso e justo, na Sua palavra e nos ensinamentos dos Seus profetas!
Esse post foi publicado em Música na Igreja Advetista. Bookmark o link permanente.